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A programação começou com a palestra “O Novo Cenário Geopolítico Mundial”, com o cientista político Marcelo Suano, que relacionou as mudanças nas relações entre Estados Unidos, China e Rússia aos impactos sobre rotas, energia, tarifas, seguros e custos do transporte. Na sequência, a Agenda Institucional da NTC&Logística apresentou as principais pautas acompanhadas no Congresso Nacional, órgãos governamentais e agência reguladoras. Entre os primeiros assuntos estiveram as negociações coletivas, com dados de pesquisa realizada com 27 sindicatos, além da contribuição assistencial patronal e da lei 15.485/2026, que trata, entre outros pontos, do piso salarial dos motoristas de longa distância. Também foram apresentados dados sobre roubo de cargas no Brasil e atualizações sobre o piso mínimo de frete e o Ciot. A programação ainda abordou temas como o fim da escala 6×1, regras da Anvisa para operações de cross-docking e o projeto relacionado aos tacógrafos.
Os debates seguiram com a apresentação sobre Inteligência Técnica para Entidades do Transporte e, posteriormente, com a Reforma Tributária. Especialistas discutiram a apuração de tributos, aproveitamento de créditos, split payment, impactos sobre o capital de giro, contratos, fornecedores, formação do frete e preparação dos sistemas das empresas. Na sequência, o superintendente de Serviços de Transporte Rodoviário e Multimodal de Cargas da Agência Nacional de Transportes Terrestres, José Aires Amaral Filho, apresentou as mudanças na regulamentação do transporte decorrentes da lei 15.485/2026, incluindo alterações no Ciot, fiscalização eletrônica, prazo para pagamento do frete e atualização da política de pisos mínimos. “Estamos avançando para um modelo de regulação cada vez mais integrado, no qual dados, sistemas, Ciot e fiscalização passam a atuar de forma conjunta”, afirmou.
ELEIÇÕES E INTEGRAÇÃO DO SETOR
Encerrando a programação técnica, o especialista em Estatística e diretor da MDA Pesquisa, Marcelo Costa Souza, apresentou análise sobre pesquisas eleitorais e projeções para as eleições de 2026, abordando fatores como economia, custo de vida, segurança, saúde, rejeição dos candidatos, indecisos e abstenção.
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