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  • 3 de jun.
  • 2 min de leitura

O Sindicato do Comércio da Região de Chapecó (Sicom) esteve presente no 41º Congresso Nacional de Sindicatos Empresariais (CNSE), um dos mais importantes encontros de lideranças do comércio de bens, serviços e turismo do País. O evento ocorreu em Blumenau e reuniu representantes de entidades empresariais para debater temas relevantes ao universo sindical. Representaram o Sicom o diretor executivo, Almeri Dedonatto, e o assessor jurídico, Rudimar Roberto Bortolotto.


Realizada pelo Sindilojas Blumenau, a edição deste ano teve como tema “Tradição e Inovação por um Futuro Sustentável”. A programação contou com palestras, painéis de debate e reuniões temáticas sobre negociação coletiva, cenário político e jornada de trabalho, além de espaços dedicados ao diálogo entre lideranças empresariais e especialistas de todo o País. Entre os palestrantes estiveram o cientista e especialista em inovação Silvio Meira, o economista Bernard Appy e a empresária Sônia Hess.


O congresso, que ocorreu entre 27 e 29 de maio, promoveu o compartilhamento de conhecimento e ideias em torno das principais tendências e boas práticas do setor. Dessa forma, teve a intenção de estimular a inovação e a excelência na gestão sindical.


MANIFESTO, RESULTADO DO CONGRESSO


Conforme o diretor executivo do Sicom, um dos principais resultados do congresso foi a publicação de manifesto assinado por lideranças empresariais do comércio de bens, serviços e turismo de todas as regiões do Brasil. Almeri Dedonatto indica que o documento manifestou oposição a medidas recentes do governo federal que impactam negativamente micro e pequenas empresas, como a proposta de redução da jornada de trabalho na escala 6x1 sem prazo de adaptação. Especifica, ainda, o questionamento à aplicação da NR-1 com novos custos sem contrapartida, o congelamento dos limites do Simples Nacional desde 2017, a extinção do “imposto das blusinhas” sem redução da carga tributária sobre as MPEs e a omissão diante do avanço das apostas online (Bets) que drenam bilhões da economia real.

 
 
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