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há 3 horas
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Propostas em diversas áreas para conduzir Santa Catarina a partir de 2027, questionamentos sobre a atual condução do governo estadual e a indicação da perspectiva de que estará no segundo turno. Essas foram algumas das indicações apresentadas pelo candidato ao governo catarinense João Rodrigues, do PSD, ao participar de reunião organizada pelo Centro Empresarial de Chapecó (CEC), na tarde desta sexta-feira, 18 de setembro. No início do encontro, ele recebeu do presidente do CEC, Helon Antônio Rebelatto, o documento denominado “Demandas para as Eleições 2026”, que defende medidas oficiais quanto ao aeroporto de Chapecó, área aduaneira, água e saneamento, energia, ferrovias, gestão pública, rodovias, saúde e segurança.
Propostas em diversas áreas para conduzir Santa Catarina a partir de 2027, questionamentos sobre a atual condução do governo estadual e a indicação da perspectiva de que estará no segundo turno. Essas foram algumas das indicações apresentadas pelo candidato ao governo catarinense João Rodrigues, do PSD, ao participar de reunião organizada pelo Centro Empresarial de Chapecó (CEC), na tarde desta sexta-feira, 18 de setembro. No início do encontro, ele recebeu do presidente do CEC, Helon Antônio Rebelatto, o documento denominado “Demandas para as Eleições 2026”, que defende medidas oficiais quanto ao aeroporto de Chapecó, área aduaneira, água e saneamento, energia, ferrovias, gestão pública, rodovias, saúde e segurança.

Além de dirigentes das 17 entidades e sindicatos empresariais de todos os setores da economia, com área de abrangência em 110 municípios da região, esteve presente o prefeito Valmor Júnior Scolari. Participaram, ainda, representantes do Observatório Social, Sociedade Amigos de Chapecó (Sach), Somar Oeste (Sociedade Maçônica Regional Oeste) e Subseção de Chapecó da OAB.


João Rodrigues criticou a condução do Estado pelo atual governador Jorginho Mello. Argumentou que Santa Catarina tem um governo político-partidário, que não conversa com o governo federal para buscar recursos e realizar obras. Acrescentou que há falta de planejamento na gestão pública conduzida atualmente pelo governo catarinense. Quanto à possibilidade de passar do primeiro turno, indicou sua confiança e estimou que está muito perto: “Estamos por um fio de cabelo para ir ao segundo turno”.


AS PROPOSTAS


Em termos de propostas, o candidato garantiu que estudou as necessidades do Estado e detalhou algumas das soluções, como um programa de manutenção permanente das rodovias estaduais, juntamente com projetos para a duplicação, e a melhoria do acesso aos portos catarinenses. Em relação à duplicação das BRs-282, 280 e 470, especificou que pode ser feita com investimento estadual na ordem de até R$ 4 bilhões, mediante negociação com o governo federal para o respectivo abatimento na dívida pública do Estado com a União. Segundo o candidato, “essa proposta será encaminhada independentemente de quem vencer a disputa pela Presidência da República”.


João Rodrigues adiantou que na saúde uma das intenções é a construção de 10 hospitais regionais, seis deles de maior porte e quatro de porte médio. Outra medida anunciada é o desejo de transformar as unidades do sistema penitenciário em penitenciárias industriais e criar um presídio de segurança máxima exclusivamente para presos faccionados.


No âmbito da educação, o candidato disse que precisa ser revisto o programa Universidade Gratuita, com a criação de regras mais claras quanto aos beneficiários considerando a renda. Propôs, também, que seja valorizada a profissionalização no ensino médio. Quanto ao fornecimento de gás natural, defendeu que o Estado conduza a gestão da SC Gás e que seja construído ramal de Lages a São Miguel do Oeste, com extensões para cidades nesse trajeto, por meio de concessões de exploração aos municípios


Entre outras medidas, João Rodrigues se manifestou também pela necessidade de reequipar a Polícia Militar, em termos de pessoal e de equipamentos compatíveis com as necessidades, em especial as viaturas. Defendeu, ainda, ações oficiais para um consistente programa habitacional, a municipalização da emissão de licenças ambientais e um programa de acolhimento de moradores de rua.


 
 
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