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há 7 horas
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O teste é parte do Project Suncatcher, uma iniciativa de longo prazo da empresa para testar a viabilidade de implementação de satélites que podem agir como servidores ou equipamentos de processamento computacional em baixa órbita — região onde ficam também constelações de internet, como a Starlink.
O teste é parte do Project Suncatcher, uma iniciativa de longo prazo da empresa para testar a viabilidade de implementação de satélites que podem agir como servidores ou equipamentos de processamento computacional em baixa órbita — região onde ficam também constelações de internet, como a Starlink.

O objetivo da companhia é descobrir se um satélite equipado com um Tensor Processing Unit (TPU), que é o processador do Google para IA, consegue suportar as condições difíceis de operação no espaço e pode ser uma alternativa viável até para data centers terrestres.


O satélite em questão foi desenvolvido em parceria com a Planet e será enviado ao espaço a partir do Transporter-18, um veículo da SpaceX. O Google não estabeleceu prazos específicos para o projeto, mas após o experimento deve compartilhar as metas para o ano que vem.


O sonho do data center espacial

O Google não é a única companhia que deseja descobrir a viabilidade na instalação de data centers no espaço. Nvidia e a própria SpaceX já se manifestaram a respeito da vontade ou de projetos em desenvolvimento no setor.


A ideia é utilizar a baixa órbita em vez da Terra para evitar os gastos de larga escala desses locais com água e eletricidade — críticas que até já estão fazendo algumas regiões repensarem a construção de novas unidades.


O satélite em questão foi desenvolvido em parceria com a Planet e será enviado ao espaço a partir do Transporter-18, um veículo da SpaceX. O Google não estabeleceu prazos específicos para o projeto, mas após o experimento deve compartilhar as metas para o ano que vem.


O sonho do data center espacial

O Google não é a única companhia que deseja descobrir a viabilidade na instalação de data centers no espaço. Nvidia e a própria SpaceX já se manifestaram a respeito da vontade ou de projetos em desenvolvimento no setor.


A ideia é utilizar a baixa órbita em vez da Terra para evitar os gastos de larga escala desses locais com água e eletricidade — críticas que até já estão fazendo algumas regiões repensarem a construção de novas unidades.


Entretanto, as críticas e limitações de especialistas a respeito da viabilidade desse tipo de equipamento são grandes. Além de acreditarem que essa tecnologia está há anos de se tornar realidade a nível comercial, os críticos se concentram em obstáculos que incluem:


As condições físicas do voo espacial, como pressão e eventuais danos que podem inutilizar o equipamento;


A resistência contra temperaturas extremas no espaço;


A dificuldade em barrar a entrada de radiação solar, que possui altos níveis em baixa órbita e degrada o equipamento;


E a necessidade de ter um equipamento de ponta em grande quantidade, com uma operação ao mesmo tempo eficaz e econômica para que satélites também se comuniquem entre si usando tecnologias como lasers.


 
 
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