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  • 10 de jul.
  • 2 min de leitura
Chapecoense Valentina Lang transforma um hobby adolescente em negócio de moda com impacto social, gestão colaborativa e presença ativa nas redes sociais.
Chapecoense Valentina Lang transforma um hobby adolescente em negócio de moda com impacto social, gestão colaborativa e presença ativa nas redes sociais.


O que começou com um hobby, da jovem Valentina Lang, na época com 17 anos, tornou-se uma empresa feita por mais de 20 mulheres com uma produção mensal de 4 mil peças para outras mulheres no Brasil e em outros países.


Na estrutura da empresa, todas as áreas, da criação à costura, do atendimento às redes sociais até a liderança, são conduzidas por mulheres. O time reúne colaboradoras de diferentes faixas etárias, desde jovens aprendizes a partir dos 14 anos até profissionais próximas da aposentadoria, o que, segundo Valentina, amplia a troca de experiências e fortalece o ambiente de trabalho.


A decisão de manter a equipe totalmente feminina, da produção à gestão, está diretamente ligada à proposta da marca VL. De acordo com a fundadora, essa escolha reflete o cuidado com os detalhes e a compreensão das preferências do público-alvo. “O olhar, o capricho e o entendimento sobre o que faz uma mulher se sentirem bonita e confortável são características que só o trabalho feminino consegue traduzir com tanta precisão.”


“Nosso impacto vai além da criação e da moda. Uma confecção feita somente por mulheres gera resultados positivos na economia local, promove inclusão e contribui para o empoderamento feminino”, explicou Valentina.


A empreendedora salienta que o ambiente de trabalho na VL é construído com base na empatia e na cooperação. “Incentivamos nossas colaboradoras a acolher, ensinar e apoiar umas às outras. Isso transforma relações profissionais em laços de amizade e fortalece a convivência no dia a dia.”


Além dos resultados internos, o modelo de gestão adotado também tem repercussão direta na relação com as clientes. Segundo Valentina, muitas consumidoras valorizam o fato de adquirirem produtos criados e produzidos por mulheres. “Elas se conectam com o propósito da marca e reconhecem o diferencial das peças, tanto na qualidade quanto no caimento. Sabemos que mulheres entendem mulheres, e isso se reflete no resultado final.”


CONSTRUÇÃO DE UMA IDENTIDADE


Para a fundadora da marca VL, a construção de uma identidade clara é um dos pilares para quem deseja empreender no setor da moda. "Seja o rosto da sua marca ou encontre alguém que possa representar esse papel. As pessoas precisam confiar e admirar para compreender o valor dos produtos”, afirmou. Segundo ela, a conexão genuína com o público e a comunicação transparente sempre foram diferenciais da empresa.


A empresária destacou ainda o papel das redes sociais na divulgação dos produtos. “O Instagram foi nosso maior aliado desde o início e ainda é uma das principais ferramentas de visibilidade e captação de novos clientes. Se estivesse começando hoje, investiria nele e em outras plataformas digitais desde o primeiro dia.”


Valentina reforçou que o caminho do empreendedorismo é repleto de desafios, mas acredita que a persistência é essencial. "Empreender é um jogo em que vence quem não desiste. Com amor e dedicação, é possível prosperar, mesmo diante das adversidades."


 
 
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