- há 9 minutos
- 2 min de leitura

A capacitação possui carga horária de 30 horas dividida em cinco módulos didáticos com formato autoinstrucional. O conteúdo programático abrange desde conceitos básicos de agricultura de base agroecológica até o passo a passo prático para a produção de mudas, manejo de solo, manutenção dos canteiros, colheita e pós-colheita de alimentos.
O material didático detalha os arranjos institucionais e as políticas públicas vigentes necessárias para viabilizar a cessão de terrenos baldios e equipamentos públicos junto a prefeituras. As aulas também fornecem orientações técnicas sobre como estruturar processos de mobilização de vizinhos, organizar associações locais e reaproveitar o excedente da produção.
Projetos de agricultura em municípios de médio e grande porte enfrentam barreiras operacionais relacionadas à contaminação prévia de solos urbanos e à escassez de fontes de água limpa para irrigação. A capacitação em manejo técnico tenta contornar os riscos de perdas de safra ao orientar as comunidades na escolha de áreas de cultivo adequadas fora de zonas de risco ambiental.
A proliferação de espaços de plantio comunitário em territórios de alta vulnerabilidade social atua como uma ferramenta complementar para conter indicadores de insegurança alimentar e nutricional. O cultivo coletivo de hortaliças também funciona como um mecanismo de geração de trabalho e renda complementar, além de transformar lotes desocupados em áreas de convivência social.
O cadastro para as vagas na plataforma eletrônica da autarquia federal permanece aberto por tempo indeterminado e exige apenas acesso à internet para o acompanhamento dos vídeos e apostilas. Os estudantes que concluírem as avaliações modulares recebem certificação oficial emitida pela instituição pública de pesquisa agropecuária.
%2016_02_56_714b05a1.jpg)


