
Ao iniciar o encontro, que contou também com representante da Somar Oeste (Sociedade Maçônica Regional Oeste), o presidente do CEC, Helon Antônio Rebelatto, afirmou da importância de eleger nomes que tenham compromissos com a comunidade regional. Depois, o empresário detalhou demandas quanto ao aeroporto de Chapecó, área aduaneira, água e saneamento, energia, ferrovias, gestão pública, rodovias, saúde e segurança.
Edi Folle citou sua atuação como assistente social e vereadora e indicou a experiência que obteve em cargos executivos. Argumentou da importância de serem eleitos candidatos preparados e que tenham consciência do que ocorre nos poderes Executivo e Legislativo e citou a necessidade da implantação de obras estruturantes na região, de melhorias no aeroporto de Chapecó e a existência de grande déficit habitacional, no Oeste e no Estado.
MAIOR REPRESENTAÇÃO, MAIS RECURSOS
A necessidade de revisão dos benefícios existentes para a transferência de renda foi outra defesa feita por Edi Folle, de maneira a reduzir a dependência desse tipo de programa. A implantação de políticas públicas de longo prazo e a criação de programas de preparação de jovens para o mercado de trabalho foram proposições também especificadas às lideranças empresariais.
Depois de ouvir questionamentos feitos pelos representantes de entidades e sindicatos do setor produtivo com atuação em 110 municípios do Oeste Catarinense, a candidata a deputada federal asseverou que “quanto maior a representação, mais recursos virão para a região”.
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