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  • 1 de fev.
  • 2 min de leitura
No dia 21 de fevereiro, às 17h, o Museu da Imagem e do Som de Santa Catarina (MIS/SC), localizado no Centro Integrado de Cultura (CIC), recebe o público para uma experiência inédita de Dança Imersiva, conduzida pela artista e pesquisadora Carol Berger e pelo músico e compositor Ronaldo Palma. A vivência integra a exposição "Entre Águas e Terras – Margens Tecnológicas", promovida pela Destempo – Cidade Arte e Cultura, e propõe um encontro profundo entre arte, corpo, tecnologia, natureza e bem- estar.
No dia 21 de fevereiro, às 17h, o Museu da Imagem e do Som de Santa Catarina (MIS/SC), localizado no Centro Integrado de Cultura (CIC), recebe o público para uma experiência inédita de Dança Imersiva, conduzida pela artista e pesquisadora Carol Berger e pelo músico e compositor Ronaldo Palma. A vivência integra a exposição "Entre Águas e Terras – Margens Tecnológicas", promovida pela Destempo – Cidade Arte e Cultura, e propõe um encontro profundo entre arte, corpo, tecnologia, natureza e bem- estar.


Intitulada "Experiência Techno Contemplativa da Arte", a ação parte do conceito de Presença Exponencial — uma abordagem que investiga como o corpo humano pode restaurar estados de atenção, percepção e inteligência sensorial em meio às tecnologias contemporâneas. A proposta ativa a inteligência corporal como eixo central da experiência estética, transformando o corpo em percepção, presença e paisagem sensorial.


Dança Imersiva: corpo, tecnologia e os 7 sentidos


A Dança Imersiva é um método criado por Carol Berger que integra consciência corporal, presença expressiva e expansão sensorial. A prática nasce dos micromovimentos, da narrativa do corpo e das combinações entre diferentes estados de presença, explorando qualidades do movimento onde o gesto vira percepção. A dança é guiada pelos sete sentidos (incluindo interocepção e propriocepção), ampliando a escuta corporal e a

relação com o espaço.


Na aula-performance aberta ao público, a experiência articula:

● dança sensorial e consciência corporal conduzidas por Carol Berger

● paisagens sonoras imersivas com DJ ao vivo, criadas por Ronaldo Palma

● experiência em realidade virtual (VR)

● exploração dos 7 sentidos em conexão com arte, corpo e natureza


Oceano Ciano: arte imersiva e liberdade feminina


A vivência parte da obra híbrida Oceano Ciano, criação de Carol Berger, que se desdobra pela exposição ao som do projeto Monte Blanco, de Ronaldo Palma. Juntas, as obras constroem atmosferas imersivas, evocativas e participativas, convidando o público a experimentar estados de liberdade, fluência do movimento e presença ampliada. A obra combina dança imersiva, registros em vídeo 360°, realidade virtual, videoinstalação e performance ao vivo, compondo o que a artista denomina de Estação Imersiva Oceano Ciano — um formato de storyliving onde o público é convidado a mergulhar na cor ciano, fusão simbólica entre o azul dos oceanos e o verde das florestas, representando equilíbrio, sustentabilidade e interdependência.


Ao invocar mitos femininos e gestos de presença intensa, silêncio e altivez, a performance afirma o direito das mulheres à liberdade de existir, mover-se e habitar a natureza com plenitude.


 
 
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