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No início do encontro, o presidente do CEC, Helon Antônio Rebelatto, entregou o documento “Demandas para as Eleições 2026” e detalhou a campanha “No Voto, Valorize o Oeste”, destinada a valorizar candidatos que apresentarem proposições de interesse da comunidade regional. Depois, os candidatos fizeram avaliação das propostas quanto a rodovias, ferrovias, aeroporto, área aduaneira, energia, gestão pública, saúde, segurança, água e saneamento e se comprometeram a dar apoio. Também indicaram posicionamentos que pretendem ter, se eleitos, na Assembleia Legislativa de Santa Catarina e na Câmara dos Deputados.
Cidrão especificou que além de pautas da área de costumes é preciso mostrar trabalho em outros setores que apresentam demandas da comunidade. Citou a dificuldade de fiscalizar obras e a necessidade de definição de políticas públicas. Entre outras propostas, argumentou que o projeto de ferrovia do Oeste para os portos catarinenses precisa ser conduzido pelo governo do Estado. Com base no exercício como vereador em Chapecó, destacou a importância de quem for eleito estar próximo da população.
ÉTICA, MORALIDADE E MERITOCRACIA
Claudio Jacoski relatou, inicialmente, sua atuação na vida acadêmica, como reitor da Unochapecó e a participação como presidente em entidades de instituições do ensino superior. Disse da necessidade de serem avaliados, na vida pública, fatores como ética, moralidade e meritocracia. Quanto às demandas defendidas pelas entidades empresariais e a falta de concretização pelas autoridades, lamentou ao dizer que “a gente é enganado pela ausência de projetos”.
Além disso, o candidato alertou para o excesso de votos em branco e questionou o mau uso das emendas parlamentares, sobre as quais o Novo é contra. Ainda fez referência ao comportamento que se deve ter na vida pública, ao afirmar que há aqueles que “arrumam a vida para entrar na política, mas há os que entram na política para arrumar a vida”.
ESCUTAR A REGIÃO
Outro tema da reunião do CEC foi a Reforma Tributária. Tanto Wilson Cidrão como Claudio Jacoski enfatizaram a necessidade de que seja rediscutida para rever os impactos a partir do próximo ano e evitar os prejuízos já previstos para as empresas. Da mesma forma, os dois destacaram ser preciso o diálogo e escutar o que a região precisa
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