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Uma das afirmações do candidato foi de que a região Oeste elegeu, no último pleito, apenas quatro deputados federais, mesmo com significativo contingente de eleitores, e disse que a “força econômica precisa estar atrelada à força política”. Fossá especificou que sua intenção ao concorrer está baseada em três fatores: pertencimento, experiência e articulação. Enfatizou a necessidade de “sentar, ouvir e articular, sem ver ideologia”.
Caso eleito, afirmou que terá no gabinete em Brasília uma assessoria para orientar quanto à captação de recursos e que irá valorizar pautas regionalizadas estruturantes para incluir no orçamento público. Sobre a Reforma Tributária, concordou com a necessidade de mudanças, até porque não se sabe como ficarão as empresas, haverá custo de adaptação e as decisões sobre alíquotas serão de cunho político.
Entre as propostas, citou a defesa da construção de adutora para trazer água do rio Uruguai, via Guatambu, já com projeto elaborado, e a ampliação do aeroporto de Chapecó no atual local. Depois de receber o documento com as demandas do Centro Empresarial, Cleiton Fossá indicou que irá incluí-las no projeto que denomina como “Oeste na Mesa”
PONDERAÇÕES OUVIDAS
Uma das ponderações apresentadas na reunião do CEC, que teve a presença de representantes das três entidades e 14 sindicatos empresariais de todos os setores da economia, foi quanto à prática de parlamentares, depois de eleitos, de perderem a conexão com a região. Outra foi referente à reduzida atuação do Fórum Parlamentar Catarinense, que congrega os 16 deputados federais e os três senadores de Santa Catarina.
As lideranças empresariais defenderam, ainda, entre outras iniciativas, a necessidade de que os parlamentares ocupem maior espaço e tenham protagonismo mais significativo para melhor retorno em investimento público para a população.
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