
Cerca de 10 artesãs de Chapecó, cadastradas no Programa do Artesanato da Secretaria de Cultura, estão envolvidas na produção do mascote oficial do PARAJASC que acontecerá entre os dias 14 e 23 de agosto em Chapecó. A iniciativa transforma o artesanato local em uma lembrança simbólica de um dos principais eventos paradesportivos, permitindo que os atletas levem para casa uma peça que represente os momentos vividos no município.
A proposta nasceu com o objetivo de criar um produto que fosse além de uma simples lembrança. O mascote carrega o trabalho, a criatividade e o afeto das artesãs chapecoenses, tornando-se uma forma de eternizar a passagem dos atletas pela cidade e reforçar a identidade cultural de Chapecó. Todo o processo de produção passa pelas mãos das profissionais cadastradas no programa, desde a criação e impressão até a costura, montagem e finalização das peças.
Assim, o mascote do PARAJASC leva consigo um pouco de Chapecó: a criatividade e o talento de seus artesãos, a identidade cultural do município e, principalmente, o carinho e a acolhida de uma cidade que celebra o esporte e transforma momentos vividos em memórias que permanecem.
Produção
Um dos principais desafios no desenvolvimento do mascote foi transformar o personagem Parajasquinho, originalmente apresentado em uma linguagem bidimensional, em uma peça tridimensional, sem perder suas características e identidade visual.
Por ter a forma de um coração e carregar no peito a bandeira de Chapecó, surgiu a ideia de transformar o personagem em uma pequena almofada, capaz de transmitir visualmente a sensação de aconchego, doçura e afeto.
Para alcançar esse resultado, foi escolhido um tecido apeluciado, combinado com enchimento em fibra. A escolha dos materiais aproxima o mascote do universo dos bichinhos de pelúcia, objetos tradicionalmente associados ao carinho, à proteção e às memórias afetivas.
O processo de produção envolve diferentes etapas e passa pelas mãos das artesãs cadastradas no programa, desde a criação e impressão dos elementos que compõem o mascote até o corte, costura, montagem, enchimento e acabamento. Assim, cada peça resulta de um processo artesanal que valoriza o conhecimento, a habilidade e a identidade de quem a produz.
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