- 21 de mai.
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Ao abrir o encontro, o presidente da entidade, Helon Antônio Rebelatto, entregou documento com reivindicações sobre demandas regionais em oito áreas: aeroportos, água e saneamento, energia, ferrovias, gestão pública, rodovias, saúde e segurança pública. Argumentou que o Centro Empresarial espera de cada candidato “a legítima e urgente consideração” para tais demandas, que precisam da atenção do Estado e da União, para que “não sejam discutidas somente no período eleitoral e tenhamos que, na próxima eleição, repetir este mesmo sentimento de desassistência”.
Ao falar para as lideranças do setor produtivo de Chapecó e região, Ronaldo Caiado, destacou que o Brasil, comparativamente a outros países, tem grande potencial de desenvolvimento. Especificou que a indústria brasileira pode ser ainda mais competitiva, mediante reforço na evolução tecnológica, “porque onde não se tem conhecimento, não há riqueza”. Em termos de propostas, indicou algumas, como o enfrentamento aos problemas na infraestrutura e logística, adequações na Reforma Tributária e na legislação trabalhista, combate ao crime organizado de forma planejada e sistemática e rediscussão do Pacto Federativo.
Caiado afirmou que, se eleito, vai “governar com os governadores”. Argumentou ser preciso transferir poderes da capital federal aos Estados, para que tenham maior autonomia e possam avançar mais em novo modelo federativo. Quanto ao atual governo, foi direto na avaliação: “Falta governo, liderança, enquanto há muitos debates estéreis”. Quanto o processo eleitoral, o pré-candidato deu o próprio exemplo de conduta. Alertou que é preciso governar pelo exemplo de vida e garantiu que nunca esteve envolvido em nada que denigra sua trajetória.
JOÃO E A CANDIDATURA
João Rodrigues iniciou seu pronunciamento lembrando o nível da gestão que fez em Chapecó em quatro mandatos como “um cartão de visita”. Garantiu que conhece o Estado e sabe onde estão os problemas e fez referência ao leque de apoios que recebe, de partidos políticos e de sete ex-governadores. Além de especificar algumas propostas, informou que mantém contatos com os governos estaduais do Paraná e de Goiás para verificar experiências que possam ser aplicadas em Santa Catarina.
Quanto à perspectiva de votação, asseverou que se passar para o segundo turno ganha a eleição. Em relação ao trabalho do governador Jorginho Mello, avaliou que faz um bom governo “mas não é extraordinário”. Aproveitou e criticou o extremismo como grande problema na política atual e disse que não se pode governar mandando recado para Brasília pelas redes sociais. “O gestor público precisa ter relação institucional para buscar recursos e fazer obras”, receitou, acrescentando que quem governa o Estado “não pode distribuir o dinheiro público com base na simpatia”.
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